Sempre e bom ter você aqui


segunda-feira, 25 de maio de 2015

Você pensa que acabou?

O Contar histórias


Olá meninas diante das perguntas postadas pela tutora seguem minhas considerações:
Trabalho em uma Escola Privada de Sorocaba, onde seu método é Construtivista.
A leitura e Contação de histórias estão presentes na vida dos alunos desde o Berçário I, com crianças de 03 meses de idade, pude presenciar o quanto eles ficam maravilhados e todo desenvolvimento que eles conseguem com a leitura.
Em meu caso em particular trabalho com o Maternal I, crianças de 1,7 meses até 3 anos e em nossa sala temos dois projetos: Contação de histórias três vezes por semana e o Projeto Rui.
Na Contação eu leio livros escolhidos pela equipe pedagógica e comprados pelos pais, montando assim a nossa biblioteca de sala, utilizando varias ferramentas de apoio como: dedoches, fantoches, avental de história, fantasias e até teatro.
Uma vez por semana também vamos à biblioteca, onde os alunos escolhem um livro e pelo método da exploração interagem com o mundo da leitura.
Sempre depois da leitura ou contação, perguntamos quais partes e personagens eles mais gostaram e por que, fixando ainda mais o conhecimento e estimulando a imaginação.
Os pais são comprometidos possuem o hábito de ler para os filhos o que complementa todo o desenvolvimento afetivo e motor das crianças.
Também temos o projeto Rui, que é um boneco que vai para casa dos alunos passar o final de semana e a família anota e fotografa tudo que o Rui faz com a criança. Depois no final do semestre todas as fotos e anotações são agrupadas e se tornam um livro.
Os pais são exemplarmente comprometidos, pois o Rui já foi jantar na Argentina.

Acredito que o professor tem um papel muito importante, pois reforça o incentivo que é trazido de casa ou em muitas vezes cria esse interesse, incentivando os pais para a prática da leitura.
Mas cabe a ele saber escolher e adequar a leitura para os estágios psicológicos de cada criança.
Acredito que todo um ambiente deve ser preparado para criar uma atmosfera para que eles possam se concentrar e participar desse momento.
Lembrando que sempre que possível, fazer o uso da entonação de voz, fantoches, dedoches, avental, mascaras ou objetos que ajudem a criar um cenário de magia.
O Contar histórias aproxima pais, filhos, alunos, professores, criando um ambiente de afetividade que auxilia no desenvolvimento e na construção de conhecimentos.
Segue algumas fotos da nossa tenda de contação de histórias, onde eles deitam e exploram os livros ou ouvem as histórias contadas em um ambiente todo especial.

Grata por me deixarem participar


Projeto
Poesias de Cecilia Meirelles
Duração: 1 mês
Faixa etária: 3 a 6 anos
Material Usado: Livros de Cecilia Meirelles, canetinhas coloridas, cola colorida, giz pastel, guache, pincel, papel sulfite.
Objetivo: Propor conhecimento das obras de Cecilia Meirelles
                  Proporcionar situações de leitura compartilhada
                  Ampliar capacidade de comunicação
                   Criar hábitos de leitura
Conteúdo: Ler obras de Cecilia Meirelles, fazer perguntas, curiosidades, produzir desenhos.
Estratégias: ler livros, e mostrar gravuras para despertar interesse pela leitura, criar um espaço bem interessante e atrativo com almofadas e os livros pendurados em um varal.
Desenvolvimento: Em roda de leitura o professor começará ler para as crianças a biografia de Cecilia Meirelles e falara sobre suas obras, em seguida pedira para os alunos escolherem um livro no varal, na qual o professor ira desenvolver a leitura para as crianças. Isso durante 2 vezes por semana durante 1 mês .Apos o termino de cada leitura, propor curiosidades, fazendo perguntas sobre a leitura, observar gravuras e a partir disso fazer produções de desenhos.
No final de cada projeto pedir para as crianças escolherem uma obra (poesia) que mais gostaram e a professora organizara um sarau na qual os alunos irão apresentar para os pais e familiares.




Artes cênicas »


Projeto de contação de histórias traz narrativas infantis para o rádio

Palavras NO AR traz 54 histórias do mundo inteiro para seis rádios comunitárias do Recife
·         Notícia

·         Vídeo


Publicação: 27/05/2015 10:36 Atualização: 27/05/2015 16:15

Descrição: Luciano Pontes e Ana Medeiros, da Cia. Meias Palavras, são dois dos atores que participam do projeto Palavras NO AR. Crédito: Ricardo Maciel/Divulgação
Luciano Pontes e Ana Medeiros, da Cia. Meias Palavras, são dois dos atores que participam do projeto Palavras NO AR. Crédito: Ricardo Maciel/Divulgação

As férias da escola e o amor do avô pelo rádio marcaram a memória da atriz e arte-educadora Márcia Cruz, que decidiu juntar essas duas pontas de sua trajetória para idealizar um projeto diferente de contação de histórias. A Cia. Maravilhas, criada por ela, está à frente do projeto Palavras NO AR, que gravou 54 narrativas infantis do mundo inteiro e veiculará todas elas em seis rádios comunitárias do Recife. A previsão é de que isso aconteça no segundo semestre deste ano. 


O projeto, aprovado pelo Funcultura em 2013, acabou de recolher as gravações de todos esses personagens, realizadas entre março e maio no Estúdio do Centro de Difusão e Realizações Musicais do SESC Casa Amarela. Agora, o projeto entra na fase de edição de todas essas histórias, selecionadas por meio de leituras realizadas durante quatro meses, a partir de um universo de mais de 700 textos. Ficaram 22 brasileiros e 32 estrangeiros. “Um dos primeiros critérios de seleção foi a inclusão de narrativas de tradição oral. Em seguida, nos preocupamos em elencar histórias brasileiras e do Nordeste. Contudo, como os temas da literatura oral giram em torno do ser humano, não raro histórias de lugares distantes se cruzam ou assemelham. Também consideramos as questões de gênero e, não raro, as personagens femininas são as protagonistas dos textos”.



Descrição: A Baba Yaga assustou gerações de crianças nos países eslavos. Crédito: Palavras NO AR/Reprodução do Facebook
A Baba Yaga assustou gerações de crianças nos países eslavos. Crédito: Palavras NO AR/Reprodução do Facebook

Ao todo, três companhias de teatro do Recife participaram: a Companhia Fiandeiros de Teatro, com 18 histórias, a Trupe Ensaia Aqui e Acolá, com 17, e a Cia. Meias Palavras, com 19. Somente Ana Medeiros e Luciano Pontes, dessa última companhia, ficaram responsáveis pela voz de 70 personagens. No total,  cerca de 20 pessoas participam da ação, seja como atores ou como parte da produção. “Na distribuição das histórias, procurei equilibrar as origens de cada uma. Desta forma, temos narrativas da Índia contada por grupos diferentes. Depois, fiz uma redistribuição onde também considerei a aptidão dos grupos para determinados tipos de textos, mantendo a diversificação de origens”, afirma Márcia.


Segundo Márcia, mesmo com a presença massiva da televisão e da internet na vida contemporânea, o rádio ainda ocupa um papel especial, que deve ser melhor explorado artisticamente. “A base do projeto sempre foi essa: crianças, rádio e contação de histórias. Acredito que o rádio continua sendo um veículo de forte presença na vida do povo. Ele encanta, sobretudo, pelo fato de dar ao ouvinte a possibilidade de criar”. Além da veiculação nas rádios, o Palavras NO AR também prevê a criação de um blog e de uma rádio web para divulgar a iniciativa.



Histórias



MOURA TORTA
A personagem é a antagonista de uma história de amor e dificulta a união entre um jovem e sua amada, que é transformada em animal por ela. Este é um dos contos mais espalhados pelo mundo, com relaos espalhados pelo Norte da África, Índia, Penínsla Ibérica e Brasil. No projeto palavras NO AR, entre as várias versões disponíveis, foi escolhida a de Ana Maria Machado.



BABA YAGA
Essa figura folclórica do leste europeu tem a fama de morar numa cabana mágica, que se sustenta sobre duas pernas de galinha. É uma velha senhora, muito magra, considerada como bruxa, que circula pelas florestas usando um pilão de madeira para voar e usa uma vassoura para apagar seus rastros. A história é muito conhecida em países como a Russía, Polônia, Ucrânia e Bulgária.



DONA BARATINHA

A clássica história da barata que encontra uma moeda de ouro e passa a se achar rica o suficiente para procurar um marido, na verdade, veio de Portugal. Ela também dialoga com outra história, A cigarra e o camundongo, da tradição oral africana.


Confira o teaser do projeto




Pensa que acabou ainda a mais DICAS


Links de Modelo de projetos pedagógicos para o fundamental 


Nenhum comentário:

Postar um comentário